Todo dia eu vendo parte da minha alma atrás de um "por que de...?".
Quase todo dia eu me resgato, me salvo num "porque...". Ás vezes me suicido num "por que?" sem "porque..." E assim, meu martírio se perpetua.
Entre "por que's?" e "porque's..." eu sorrio e choro, me perco e me encontro, desanimo e desejo. Bato a cabeça na pedra, sangro, morro e ressuscito.
Quero respostas para as minhas perguntas, quero saber em que realmente eu acredito.
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