Xanda, ás vezes, você nem percebe, mas fico de longe olhando você.
Admirando tudo, cada gesto, cada frase, cada sorriso, caras e bocas, a cara feia que faz quando fica putinha...
Sinto orgulho por você ser melhor do que eu poderia imaginar.
Você é uma das pouquíssimas coisas boas que eu ajudei a criar.
E o que mais me orgulha disso tudo é que você carrega consigo quase nada da mamãe, muito pouco de mim e quase tudo de você mesma.
Você é linda!
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