quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Entre Cometas e Estrelas

A solidão de muitas pessoas é a conseqüência de não poder contar com ninguém. A solidão é o resultado de uma vida cometa, em que ninguém fica e todos passam, e a gente também passa pelos outros.
Há a necessidade de se criar um mundo de estrelas, onde todos os dias se pode contar com elas, porque elas são sempre presentes, e todos os dias ver luz e calor.
Olhando os cometas, é bom não sentir-se como eles, nem desejar prender-se em suas caudas. É melhor sentir-se estrela, marcar presença, ter vivido e construído uma história pessoal, ter sido luz e calor para muitos corações.
Ser estrela num mundo passageiro cheio de pessoas cometas é um desafio, mas acima de tudo é uma recompensa.
É nascer e ter vivido, não apenas existido.

2 comentários:

caeiro disse...

boa perspectiva...demorei pra entender no começo, mas depois flui o texto..muito bom.

Anônimo disse...

Bom dia, minha linda!
Belo texto, belo pensamento. Claro que explorarei tudo por aqui..rss
Basta um pouquinho mais de tempo.
O tema é claro, sugestivo e convida a reflexão de quem somos ou representamos na vida de alguém... Sabe aquela ora do tumulto entre pedestres e motoristas? Qual deles realmente estão dirigindo suas vidas? E ainda assim brilham; de uma forma "fosca", pois "como era mesmo o rosto daquela pessoa?"

A essência do brilho está em você. O rosto?
Prazer em conhecer.

Adorei.
Beijos mil.
Lígia Marques